
Sou escrava de sentimentos
Que teimam em não se acabarem
Me calo....tento, mas não aguento
Basta uma só visão...para que em mim eles retornem
Vou em busca de paz para o meu espírito
Bandido, boêmio, e nem um pouco contido
Que se deixa tão facilmente enveredar
Por saudades que teimam em voltar
Rabisco sem muita noção do que escrever
Apenas para passar o tempo que insiste em te trazer
Bebo uma cerveja a cada estrofe montada
Sorvendo como num beijo de enamorada
São momentos que veem...mas se vão
Fraquezas que batem, mas que logo passarão
A fortaleza também tem seu dia de fragilidade
E essa é uma dura, mas sensata realidade
Respiro fundo...passou
É hora de repetir que acabou
Então como a Dama gentil que bebe a vida
Eu brindo e sigo em paz a minha sina
(Nane-19/04/2010)
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