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segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Obscuro
Ando sem rumo Em busca de um prumo Mergulho num escuro Sem brilho, sem luz A saída não acho Tropeço em meus pés Caio na lama Pegajosa e fétida Que me impregna a alma Onde estão as estrelas Que se apagaram pra mim A lua se foi O sol desabou no mar sem fim Obscuro lugar Onde eu fui me afundar E busco sair Enquanto tenho forças Não sei se vou voltar Me resta tentar...
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