quinta-feira, 2 de junho de 2011

Verdade de afã

Que me importa se não me amas
Se te quero é na cama
Sorver teu néctar, e não o café
Não te peço flor, só amor (feito)

Não discuto e nem te escuto
Só acendo a tua chama
No claro, na penumbra, num gemido
Nos murmúrios e sussurros matinais

Sem meias verdades
Com mentiras que embriagam
Não te quero com saudades
Só ver teu corpo o meu... despertar

Mente que me tem na mente
São verdades instantâneas
Que dá prazer à gente

E não rezem por mim, os poetas sonham acordados...
*Prá ti Adri...hahaha

(Nane-02/05/2011)

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